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Mostrando postagens de novembro, 2015

No dia de hoje

1. Às vezes penso que enquanto digito,  as palavras vão perdendo sua validade. No dia seguinte, quando abrir os jornais, constatarei que esta página virou periódico velho e não trará mais novidades, porque novas notícias transformaram o tempo. João já deixou Maria, Pedro encontrou o caminho de casa e José vomita à vontade sua noite de balcão do boteco do Manoel. A Câmara votou tudo errado e a mega-sena acumulou de novo. 2. Ouvi pela não sei quantas vezes a música Fado Tropical de Chico. Fala de 1974, cravos vermelhos que já murcharam, e de uma intertextualidade Brasil-Portugal. Só Chico mesmo. 3. Meu livro Prisão, Cela e Morte - Delírios da memória continua bombando. Recebo sempre comentários dos que já o leram e olhem, sem falsa modéstia, têm sido bons. 4. "Reflexão de Lavoisier ao descobrir que lhe haviam roubado a carteira: nada se perde, tudo muda de dono" de Mário Quintana". 5. ! Hasta!